quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Saiba quais deputados votaram para salvar Michel Temer e continuar a Reforma da previdência para sobrar dinheiro para eles roubarem


Saiba quais deputados votaram para salvar Michel Temer e continuar a Reforma da previdência
Por 263 a 227 votos, os deputados aceitaram o relatório do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) que pedia a rejeição e arquivamento da denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB). Participaram da sessão 492 parlamentares; 19 estavam ausentes e houve 1 abstenção.
Relembrem a conversa dele com Joesley
Veja também onde foi o dinheiro dos auxilios -doenças e verba sociais cortadas http://www.viomundo.com.br/denuncias/15-apoiadores-de-temer-no-congresso-receberam-mais-de-r-10-milhoes-em-emendas-total-liberado-bateu-em-r-31-bi.html
Veja abaixo quais deputados votaram para salvar Temer e quais votaram pelo prosseguimento da investigação contra o presidente golpista:
quem votou SIM queria o arquivamento do processo e obstruiram a justiça, quem Votou NÃO, queria a investigação de Temer das denúncias de corrupção

Acre

Alan Rick (PRB) – NÃO
Angelim (PT) – NÃO
César Messias (PSB) – NÃO
Flaviano Melo (PMDB) – SIM
Jéssica Sales (PMDB) – SIM
Leo de Brito (PT) – NÃO
Moisés Diniz (PCdoB) – NÃO
Rocha (PSDB) – NÃO

Alagoas

Arthur Lira (PP) – SIM
Cícero Almeida (PMDB) – SIM
Givaldo Carimbão (PHS) – NÃO
JHC (PSB) – NÃO
Marx Beltrão (PMDB) – SIM
Maurício Quintella (PR)- SIM
Paulão (PT) – NÃO
Pedro Vilela (PSDB) – AUSENTE
Ronaldo Lessa (PDT) – NÃO

Amapá

André Abdon (PP) – SIM
Cabuçu Borges (PMDB) – SIM
Janete Capiberibe (PSB) – NÃO
Jozi Araújo (PTN) – SIM
Marcos Reategui (PSD) – AUSENTE
Professora Marcivania (PCdoB) – NÃO
Roberto Góes (PDT) – SIM
Vinicius Gurgel (PR) – SIM

Amazonas

Alfredo Nascimento (PR) – SIM
Arthur Virgílio Bisneto (PSDB) – SIM
Átila Lins (PSD) – SIM
Conceição Sampaio (PP) – NÃO
Hissa Abrahão (PDT) – NÃO
Pauderney Avelino (DEM) – SIM
Sabino Castelo Branco (PTB) – SIM
Silas Câmara (PRB) – SIM

Bahia

Afonso Florence (PT) – NÃO
Alice Portugal (PCdoB) – NÃO
Antonio Brito(PSD) – NÃO
Antonio Imbassahy (PSDB) – SIM
Arthur Oliveira Maia (PPS) – SIM
Bacelar (PTN) – NÃO
Bebeto (PSB) – NÃO
Benito Gama (PTB) – SIM
Cacá Leão (PP) – SIM
Caetano(PT) – NÃO
Claudio Cajado (DEM) – SIM
Daniel Almeida (PCdoB) – NÃO
Elmar Nascimento (DEM) – SIM
Erivelton Santana (PEN) – SIM
Félix Mendonça Júnior (PDT) – NÃO
Fernando Torres(PSD) – NÃO
Irmão Lazaro (PSC) – NÃO
João Carlos Bacelar (PR) – SIM
João Gualberto (PSDB) – NÃO
Jorge Solla (PT) – NÃO
José Carlos Aleluia (DEM) – SIM
José Carlos Araújo (PR) – SIM
José Nunes (PSD) – NÃO
José Rocha(PR) – SIM
Josias Gomes (PT) – NÃO
Jutahy Junior (PSDB) – NÃO
Lucio Vieira Lima(PMDB) – SIM
Márcio Marinho (PRB) – SIM
Mário Negromonte Jr.(PP) – SIM
Nelson Pellegrino (PT) – NÃO
Pastor Luciano Braga(PRB) – SIM
Paulo Azi (DEM) – SIM
Paulo Magalhães (PSD) – NÃO
Roberto Britto (PP) – SIM
Ronaldo Carletto(PP) – AUSENTE
Sérgio Brito (PSD) – NÃO
Uldurico Junior (PV) – NÃO
Valmir Assunção(PT) – NÃO
Waldenor Pereira (PT) – NÃO

Ceará

Adail Carneiro (PP) – NÃO
André Figueiredo (PDT) – NÃO
Aníbal Gomes (PMDB) – SIM
Ariosto Holanda (PDT) – NÃO
Cabo Sabino (PR) – NÃO
Chico Lopes (PCdoB) – NÃO
Danilo Forte (PSB) – SIM
Domingos Neto (PSD) – SIM
Genecias Noronha (SD) – SIM
Gorete Pereira (PR) – SIM
José Airton Cirilo (PT) – NÃO
José Guimarães (PT) – NÃO
Leônidas Cristino (PDT) –
Luizianne Lins (PT) – NÃO
Macedo (PP) – SIM
Moses Rodrigues (PMDB) – SIM
Odorico Monteiro (PSB) – NÃO
Paulo Henrique Lustosa (PP) – SIM
Raimundo Gomes de Matos (PSDB) – AUSENTE
Ronaldo Martins (PRB) – NÃO
Vaidon Oliveira (DEM) – SIM
Vitor Valim (PMDB) – NÃO

Distrito Federal

Alberto Fraga (DEM) – SIM
Augusto Carvalho (SD) – NÃO
Erika Kokay (PT) – NÃO
Izalci Lucas (PSDB) – SIM
Laerte Bessa (PR) – SIM
Rogério Rosso (PSD) – SIM
Ronaldo Fonseca (PROS) – SIM
Rôney Nemer (PP) – AUSENTE

Espírito Santo

Carlos Manato (SD) – NÃO
Dr. Jorge Silva (PHS) – NÃO
Evair Vieira de Melo (PV) – NÃO
Givaldo Vieira (PT) – NÃO
Helder Salomão (PT) – NÃO
Lelo Coimbra (PMDB) – SIM
Marcus Vicente (PP) – SIM
Norma Ayub (DEM) – NÃO
Paulo Foletto (PSB) – NÃO
Sergio Vidigal (PDT) – NÃO

Goiás

Alexandre Baldy (PTN) – SIM
Célio Silveira (PSDB) – SIM
Daniel Vilela (PMDB) – SIM
Delegado Waldir (PR) – AUSENTE
Fábio Sousa (PSDB) – NÃO
Flávia Morais (PDT) – NÃO
Giuseppe Vecci (PSDB) – SIM
Heuler Cruvinel (PSD) – SIM
João Campos (PRB) – SIM
Jovair Arantes (PTB) – SIM
Lucas Vergilio (SD) – SIM
Magda Mofatto (PR) – SIM
Marcos Abrão (PPS) – NÃO
Pedro Chaves (PMDB) – SIM
Roberto Balestra (PP) – SIM
Rubens Otoni (PT) – NÃO
Thiago Peixoto (PSD) – SIM

Mato Grosso

Adilton Sachetti (PSB) – SIM
Carlos Bezerra (PMDB) – SIM
Ezequiel Fonseca (PP) – SIM
Fabio Garcia (PSB) – SIM
Nilson Leitão (PSDB) – SIM
Professor Victório Galli (PSC) – SIM
Rogério Silva (PMDB) – SIM
Ságuas Moraes (PT) – NÃO

Mato Grosso do Sul

Carlos Marun (PMDB) – SIM
Dagoberto Nogueira (PDT) – NÃO
Elizeu Dionizio (PSDB) – SIM
Geraldo Resende (PSDB) – SIM
Mandetta (DEM) – NÃO
Tereza Cristina (PSB) – SIM
Vander Loubet (PT) – NÃO
Zeca do PT (PT) – NÃO

Maranhão

Aluisio Mendes (PTN) – SIM
André Fufuca (PP) – SIM
Cleber Verde (PRB) – SIM
Deoclides Macedo (PDT) – NÃO
Eliziane Gama (PPS) – NÃO
Hildo Rocha (PMDB) – SIM
João Marcelo Souza (PMDB) – SIM
José Reinaldo (PSB) – SIM
Junior Marreca (PEN) – SIM
Juscelino Filho (DEM) – SIM
Luana Costa (PSB) – NÃO
Pedro Fernandes (PTB) – SIM
Rubens Pereira Júnior (PCdoB) – NÃO
Sarney Filho (PV) – SIM
Victor Mendes (PSD) – SIM
Waldir Maranhão (PP) – NÃO
Weverton Rocha (PDT) – NÃO
Zé Carlos (PT) – NÃO

Minas Gerais

Adelmo Carneiro Leão (PT) – NÃO
Ademir Camilo (PODE) – SIM
Aelton Freitas (PR) – SIM
Bilac Pinto (PR) – SIM
Bonifácio de Andrada (PSDB) – SIM
Brunny (PR) – SIM
Caio Narcio(PSDB) – SIM
Carlos Melles (DEM) – SIM
Dâmina Pereira (PSL) – SIM
Delegado Edson Moreira (PR) – SIM
Diego Andrade (PSD) – SIM
Dimas Fabiano (PP) – SIM
Domingos Sávio(PSDB) – SIM
Eduardo Barbosa (PSDB) – AUSENTE
Eros Biondini (PROS) – NÃO
Fábio Ramalho (PMDB) – SIM
Franklin(PP) – SIM
Gabriel Guimarães (PT) – NÃO
George Hilton (PROS) – NÃO
Jaime Martins (PSD) – SIM
Jô Moraes (PCdoB) – NÃO
Júlio Delgado (PSB) – NÃO
Laudivio Carvalho (SD) – NÃO
Leonardo Monteiro (PT) – NÃO
Leonardo Quintão (PMDB) – SIM
Lincoln Portela (PRB) – NÃO
Luis Tibé (PTdoB) – SIM
Luiz Fernando Faria (PP) – SIM
Luzia Ferreira (PPS) – NÃO
Marcelo Álvaro Antônio (PR) – NÃO
Marcelo Aro (PHS) – SIM
Marcos Montes (PSD) – SIM
Marcus Pestana(PSDB) – SIM
Margarida Salomão (PT) – NÃO
Mauro Lopes (PMDB) – SIM
Misael Varella (DEM) – SIM
Newton Cardoso Jr (PMDB) – SIM
Padre João (PT) – NÃO
Patrus Ananias (PT) – NÃO
Paulo Abi-Ackel (PSDB) – SIM
Raquel Muniz (PSD) – SIM
Reginaldo Lopes(PT) – NÃO
Renato Andrade(PP) – SIM
Renzo Braz (PP) – SIM
Rodrigo de Castro (PSDB) – SIM
Rodrigo Pacheco(PMDB) – ABSTENÇÃO
Saraiva Felipe (PMDB) – SIM
Stefano Aguiar (PSD) – NÃO
Subtenente Gonzaga(PDT) – NÃO
Tenente Lúcio (PSB) – SIM
Toninho Pinheiro(PP) – SIM
Weliton Prado (PMB) – NÃO
Zé Silva(SD) – SIM

Pará

Arnaldo Jordy (PPS) – NÃO
Beto Faro (PT) – NÃO
Beto Salame (PP) – SIM
Delegado Éder Mauro (PSD) – SIM
Edmilson Rodrigues (PSOL) – NÃO
Elcione Barbalho (PMDB) – SIM
Francisco Chapadinha (PTN) – SIM
Hélio Leite (DEM) – SIM
Joaquim Passarinho (PSD) – NÃO
José Priante (PMDB) – SIM
Josué Bengtson (PTB) – SIM
Júlia Marinho (PSC) – SIM
Lúcio Vale (PR)- SIM
Nilson Pinto (PSDB) – SIM
Simone Morgado (PMDB) – SIM
Wladimir Costa (SD) – SIM
Zé Geraldo (PT) – NÃO

Paraíba

Aguinaldo Ribeiro (PP) – SIM
André Amaral (PMDB) – SIM
Benjamin Maranhão (SD) – SIM
Damião Feliciano (PDT) – NÃO
Efraim Filho (DEM) – SIM
Hugo Motta (PMDB) – SIM
Luiz Couto (PT) – NÃO
Pedro Cunha Lima (PSDB) – NÃO
Rômulo Gouveia(PSD) – SIM
Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) – NÃO
Wellington Roberto (PR) – NÃO
Wilson Filho (PTB) – AUSENTE

Paraná

Alex Canziani (PTB) – SIM
Alfredo Kaefer (PSL) – SIM
Aliel Machado (REDE) – NÃO
Assis do Couto (PDT) – NÃO
Christiane de Souza Yared (PR) – NÃO
Delegado Francischini (SD) – NÃO
Diego Garcia (PHS) – NÃO
Dilceu Sperafico (PP) – SIM
Edmar Arruda (PSD) – SIM
Enio Verri (PT) – NÃO
Evandro Roman (PSD) – SIM
Giacobo (PR) – SIM
Hermes Parcianello (PMDB) – SIM
João Arruda ( PMDB) – SIM
Leandre (PV) – NÃO
Leopoldo Meyer (PSB) – NÃO
Luciano Ducci (PSB) – AUSENTE
Luiz Carlos Hauly (PSDB) – SIM
Luiz Nishimori (PR)- SIM
Nelson Meurer (PP) – SIM
Nelson Padovani (PSDB) – SIM
Osmar Bertoldi (DEM) – SIM
Osmar Serraglio (PMDB) – AUSENTE
Reinhold Stephanes (PSD) -AUSENTE
Rubens Bueno (PPS) – NÃO
Sandro Alex (PSD) – NÃO
Sergio Souza (PMDB) – SIM
Takayama (PSC) – SIM
Toninho Wandscheer (PROS) – SIM
Zeca Dirceu (PT) – NÃO

Pernambuco

Adalberto Cavalcanti (PTB) – SIM
André de Paula (PSD) – NÃO
Augusto Coutinho (SD) – SIM
Betinho Gomes (PSDB) – NÃO
Bruno Araújo(PSDB) – SIM
Daniel Coelho (PSDB) – NÃO
Danilo Cabral (PSB) – NÃO
Eduardo da Fonte (PP) – SIM
Fernando Coelho Filho (PSB) – SIM
Fernando Monteiro (PP) – SIM
Gonzaga Patriota(PSB) – NÃO
Jarbas Vasconcelos (PMDB) – NÃO
João Fernando Coutinho (PSB) – AUSENTE
Jorge Côrte Real(PTB) – SIM
Luciana Santos (PCdoB) – NÃO
Luciano Bivar (PSL) – SIM
Marinaldo Rosendo (PSB) – SIM
Mendonça Filho (DEM) – SIM
Pastor Eurico (PHS) – NÃO
Ricardo Teobaldo (PTN) – SIM
Sebastião Oliveira (PR) – SIM
Silvio Costa (PTdoB) – NÃO
Tadeu Alencar (PSB) – NÃO
Wolney Queiroz (PDT) – NÃO
Zeca Cavalcanti (PTB) – SIM

Piauí

Assis Carvalho (PT) – NÃO
Átila Lira (PSB) – SIM
Heráclito Fortes (PSB) – SIM
Iracema Portella (PP) – SIM
Júlio Cesar (PSD) – SIM
Maia Filho (PP) – SIM
Marcelo Castro (PMDB) – AUSENTE
Paes Landim (PTB) – SIM
Rodrigo Martins (PSB) – NÃO
Silas Freire (PODE) – NÃO

Rio de Janeiro

Alessandro Molon (REDE) – NÃO
Alexandre Serfiotis (PMDB) – AUSENTE
Alexandre Valle (PR) – SIM
Altineu Côrtes (PMDB) – SIM
Arolde de Oliveira (PSC) -NÃO
Aureo (SD) – SIM
Benedita da Silva (PT) – NÃO
Cabo Daciolo (PTdoB) – NÃO
Celso Jacob (PMDB) – SIM
Celso Pansera (PMDB) – NÃO
Chico Alencar (PSOL) – NÃO
Chico D’angelo (PT) – NÃO
Cristiane Brasil (PTB) – SIM
Dejorge Patrício (PRB) – AUSENTE
Deley (PTB) – NÃO
Ezequiel Teixeira (PTN) – SIM
Felipe Bornier (PROS) – NÃO
Francisco Floriano (DEM) – SIM
Glauber Braga (PSOL) – NÃO
Hugo Leal (PSB) – NÃO
Jair Bolsonaro (PSC) – NÃO
Jandira Feghali (PCdoB) – NÃO
Jean Wyllys (PSOL) – NÃO
Julio Lopes (PP) – SIM
Laura Carneiro (PMDB) – NÃO
Leonardo Picciani (PMDB) – SIM
Luiz Carlos Ramos (PTN) – NÃO
Luiz Sérgio (PT) – NÃO
Marcelo Delaroli (PR) – SIM
Marcelo Matos (PHS) – NÃO
Marco Antônio Cabral (PMDB) – SIM
Marcos Soares (DEM) – SIM
Miro Teixeira (REDE) – NÃO
Otavio Leite (PSDB) – NÃO
Paulo Feijó (PR) – SIM
Pedro Paulo (PMDB) – SIM
Roberto Sales (PRB) – SIM
Rodrigo Maia (DEM) – presidente da Casa – não vota
Rosangela Gomes (PRB) – SIM
Sergio Zveiter (PMDB) – NÃO
Simão Sessim (PP) – SIM
Soraya Santos (PMDB) – SIM
Sóstenes Cavalcante (DEM) – NÃO
Wadih Damous (PT) – NÃO
Walney Rocha (PEN) – SIM
Zé Augusto Nalin (PMDB) – SIM

Rio Grande do Norte

Antônio Jácome (PTN) – NÃO
Beto Rosado (PP) – SIM
Fábio Faria (PSD) – SIM
Felipe Maia (DEM) – SIM
Rafael Motta (PSB) – NÃO
Rogério Marinho(PSDB) – SIM
Walter Alves(PMDB) – SIM
Zenaide Maia (PR) – NÃO

Rio Grande do Sul

Afonso Hamm (PP) – NÃO
Afonso Motta (PDT) – NÃO
Alceu Moreira (PMDB) – SIM
Bohn Gass (PT) – NÃO
Cajar Nardes (PR) – SIM
Carlos Gomes (PRB) – NÃO
Danrlei de Deus Hinterholz (PSD) – NÃO
Darcísio Perondi (PMDB) – SIM
Giovani Cherini (PDT) – Ausente
Heitor Schuch (PSB) – NÃO
Henrique Fontana (PT) – NÃO
Jerônimo Goergen (PP) – NÃO
João Derly (REDE) – NÃO
José Fogaça (PMDB) – SIM
José Otávio Germano (PP) – SIM
Jose Stédile (PSB) – NÃO
Luis Carlos Heinze (PP) – NÃO
Marco Maia (PT) – NÃO
Marcon (PT) – NÃO
Maria do Rosário (PT) – NÃO
Mauro Pereira (PMDB) – SIM
Onyx Lorenzoni (DEM) – NÃO
Osmar Terra (PMDB) – SIM
Paulo Pimenta (PT) – NÃO
Pepe Vargas (PT) – NÃO
Pompeo de Mattos (PT) – NÃO
Renato Molling (PP) – SIM
Ronaldo Nogueira (PTB) – SIM
Sérgio Moraes (PTB) – SIM
Yeda Crusius (PSDB) – SIM

Rondônia

Expedito Netto (PSD) – NÃO
Lindomar Garçon (PRB) – SIM
Lucio Mosquini (PMDB) – SIM
Luiz Cláudio (PR) – SIM
Marcos Rogério (DEM) – NÃO
Mariana Carvalho (PSDB) – NÃO
Marinha Raupp (PMDB) – SIM
Nilton Capixaba (PTB) – SIM

Roraima

Abel Mesquita Jr. (DEM) – SIM
Carlos Andrade (PHS)- Não
Édio Lopes – SIM
Hiran Gonçalves – SIM
Jhonatan de Jesus – SIM
Maria Helena – SIM
Remídio Monai – SIM
Shéridan – Ausente

Santa Catarina

Carmen Zanotto (PPS) – NÃO
Celso Maldaner (PMDB) – SIM
Cesar Souza (PSD) – SIM
Décio Lima (PT) – NÃO
Esperidião Amin (PP) – NÃO
Geovania de Sá (PSDB) – NÃO
João Paulo Kleinübing (PSD) – SIM
João Rodrigues (PSD) – SIM
Jorge Boeira (PP) – SIM
Jorginho Mello (PR) – NÃO
Marco Tebaldi (PSDB) – SIM
Mauro Mariani (PMDB) – NÃO
Rogério Peninha Mendonça (PMDB) – SIM
Ronaldo Benedet (PMDB) – SIM
Valdir Colatto (PMDB) – SIM

São Paulo

Alex Manente (PPS) – NÃO
Alexandre Leite (DEM) – ABSTENÇÃO
Ana Perugini (PT) – NÃO
Andres Sanchez (PT) – NÃO
Antonio Bulhões (PRB) – SIM
Antonio Carlos Mendes Thame (PV) – NÃO (votou antes)
Arlindo Chinaglia (PT) – NÃO
Arnaldo Faria de Sá (PTB) – NÃO
Baleia Rossi (PMDB) – SIM
Beto Mansur (PRB) – SIM
Bruna Furlan (PSDB) – SIM
Capitão Augusto (PR) – NÃO
Carlos Sampaio (PSDB) – NÃO
Carlos Zarattini (PT) – NÃO
Celso Russomanno (PRB) – SIM
Dr. Sinval Malheiros (PTN) – SIM
Eduardo Bolsonaro (PSC) – NÃO
Eduardo Cury (PSDB) – NÃO
Eli Corrêa Filho (DEM) – SIM
Evandro Gussi (PV) – SIM
Fausto Pinato (PP) – SIM
Flavinho (PSB) – NÃO
Gilberto Nascimento (PSC) – AUSENTE
Goulart (PSD) – SIM
Guilherme Mussi (PP) – SIM
Herculano Passos (PSD) – SIM
Ivan Valente (PSOL) – NÃO
Izaque Silva (PSDB) – NÃO
Jefferson Campos (PSD) – NÃO
João Paulo Papa (PSDB) – NÃO
Jorge Tadeu Mudalen (DEM) – SIM
José Mentor (PT) – NÃO
Keiko Ota (PSB) – NÃO
Lobbe Neto (PSDB) – NÃO
Luiz Lauro Filho (PSB) – NÃO
Luiza Erundina (PSOL) – NÃO
Major Olimpio (SD) – NÃO
Mara Gabrilli (PSDB) – NÃO (votou antes)
Marcelo Aguiar (DEM) – SIM
Marcelo Squassoni (PRB) – SIM
Marcio Alvino (PR) – SIM
Miguel Haddad (PSDB) – NÃO
Miguel Lombardi (PR) – SIM
Milton Monti (PR) – SIM
Missionário José Olimpio (DEM) – SIM
Nelson Marquezelli (PTB) – SIM
Nilto Tatto (PT) – NÃO
Orlando Silva (PCdoB) – NÃO
Paulo Freire (PR) – SIM
Paulo Maluf (PP) – SIM (votou antes)
Paulo Pereira da Silva (SD) – SIM
Paulo Teixeira (PT) – NÃO
Pollyana Gama (PPS) – NÃO
Pr. Marco Feliciano (PSC) – SIM
Renata Abreu (PTN) – NÃO
Ricardo Izar (PP) – SIM
Ricardo Tripoli (PSDB) – NÃO
Roberto Alves (PRB) – SIM
Roberto de Lucena (PV) – SIM
Roberto Freire (PPS) – NÃO
Sérgio Reis (PRB) – NÃO
Silvio Torres (PSDB) – NÃO
Tiririca (PR) – NÃO
Valmir Prascidelli (PT) – NÃO
Vanderlei Macris (PSDB) – NÃO
Vicente Candido (PT) – NÃO
Vicentinho (PT) – NÃO
Vinicius Carvalho (PRB) – SIM
Vitor Lippi (PSDB) – NÃO
Walter Ihoshi (PSD) – SIM

Sergipe

Adelson Barreto (PR) – NÃO
Andre Moura(PSC) – SIM
Fábio Mitidieri (PSD) – NÃO
Fabio Reis (PMDB) – SIM
João Daniel (PT) – NÃO
Jony Marcos(PRB) – NÃO
Laercio Oliveira (SD) – NÃO
Valadares Filho (PSB) – NÃO

Tocantins

Carlos Henrique Gaguim (PTN) – SIM
César Halum (PRB) – NÃO
Dulce Miranda (PMDB) – SIM
Irajá Abreu (PSD) – NÃO
Josi Nunes (PMDB) – SIM
Lázaro Botelho (PP) – SIM
Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM) – SIM
Vicentinho Júnior (PR) – AUSENTE
Da Redação da Agência PT de Notícias

terça-feira, 25 de julho de 2017

Lista deputados e senadores que devem milhões de reais para a Previdência Social e querem tirar aposentadoria do povo

Lista deputados e senadores que devem milhões de reais para a Previdência Social e querem tirar aposentadoria do povoEnquanto debatem o fim da aposentadoria do povo, deputados federais e senadores estão associados a empresas que devem R$ 372.000.000,00 ao INSS.
Segundo levantamento da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, 73 deputados e 13 senadores estão ligados a grupos devedores da previdência – 1 em cada 7 congressistas.
Veja abaixo a dívida relacionada a cada congressista pela procuradoria:
SENADOR                                        VALOR
FERNANDO COLLOR (PTC/AL) R$ 112.448.209,98
JADER BARBALHO (PMDB/PA) R$ 36.282.667,34
CIDINHO SANTOS (PR-MT) R$ 3.240.797,02
ACIR GURGACZ (PDT-RO) R$ 1.259.023,77
ATAÍDES OLIVEIRA (PSDB-TO) R$ 649.947,80
THIERES PINTO (PTB-RR) R$ 319.331,68
ROBERTO ROCHA (PSB-MA),, R$ 165.002,62
DAVI ALCOLUMBRE (DEM-AP) R$ 145.133,57
JOSÉ AGRIPINO (DEM-RN) R$ 127.210,47
BENEDITO DE LIRA (PP-AL) R$ 67.684,65
VICENTINHO ALVES(PR-TO) R$ 33.187,50
DEPUTADO FEDERAL                   VALOR
MARINALDO ROSENDO (PSB / PE) R$ 105.305.994,24
ELCIONE BARBALHO (PMDB/PA) R$ 36.191.126,31
ALFREDO KAEFER (PSL/PR) R$ 24.087.425,97
NEWTON CARDOSO JUNIOR (PMDB/MG) R$ 20.160.351,66
GIUSEPPE VECCI (PSDB / GO) R$ 10.166.893,32
ADEMIR CAMILO (PODE / MG) R$ 2.921.920,68
JULIO LOPES (PP/RJ) R$ 1.729.078,76
FÉLIX MENDONÇA JÚNIOR (PDT/BA) R$ 1.639.778,96
CELSO RUSSOMANNO (PRB/SP) R$ 1.569.045,57
GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE) R$ 1.481.737,50
NELSON PADOVANI (PSDB/PR) R$ 1.326.376,67
CAJAR NARDES (PR/RS) R$ 892.569,60
JOÃO GUALBERTO (PSDB/BA) R$ 840.080,16
JHC (PSDB/AL) R$ 798.501,44
PAULO FREIRE (PR-SP) R$ 698.415,51
DILCEU SPERAFICO (PP/PR) R$ 663.032,79
GUILHERME COELHO (PSDB / PE) R$ 612.054,83
DAMIÃO FELICIANO (PDT-PB) R$ 603.794,99
ROBERTO GÓES (PDT / AP) R$ 571.029,25
MÁRIO HERINGER (PDT / MG) R$ 325.619,42
WOLNEY QUEIROZ (PDT / PE) R$ 310.118,10
NELSON MEURER (PP / PR) R$ 284.281,14
MACEDO (PP / CE) R$ 238.594,15
REMÍDIO MONAI (PR / RR) R$ 230.738,99
ÁTILA LIRA (PSB / PI) R$ 225.373,94
JOÃO MARCELO SOUZA (PMDB / MA) R$ 216.135,33
ARTHUR OLIVEIRA MAIA (PPS / BA) R$ 213.033,11
JÚLIO CESAR (PSD / PI) R$ 180.940,21
SILVIO TORRES (PSDB/SP) R$ 180.126,05
BONIFÁCIO DE ANDRADA (PSDB / MG) R$ 174.685,85
MILTON MONTI (PR/SP) R$ 171.598,69
RAQUEL MUNIZ (PSD/MG) R$ 169.285,47
KEIKO OTA (PSB/SP) R$ 167.288,59
CESAR SOUZA (PSD /SC) R$ 163.700,93
ALEXANDRE VALLE (PR/RJ) R$ 117.420,91
ANTONIO BRITO (PSD/BA) R$ 114.546,76
DR. SINVAL MALHEIROS (PODE/SP) R$ 98.643,42
ROBERTO BALESTRA (PP/GO) R$ 95.420,29
ANDRÉ FIGUEIREDO (PDT/CE) R$ 90.540,81
JOZI ARAÚJO (PODE/AP) R$ 76.755,92
JANETE CAPIBERIBE (PSB/AP) R$ 74.985,88
ARTHUR LIRA (PP/AL) R$ 67.684,65
LUCIO MOSQUINI (PMDB-RO) R$ 66.748,61
LUANA COSTA (PSB/MA) R$ 62.648,50
MAIA FILHO (PP/PI) R$ 61.934,42
MARCELO ÁLVARO ANTÔNIO (PR/MG) R$ 57.041,10
PEDRO VILELA (PSDB/AL) R$ 53.858,82
CABUÇU BORGES (PMDB/AP) R$ 52.499,05
JOSÉ PRIANTE (PMDB/PA) R$ 49.754,93
MARCO FELICIANO (PSC/SP) R$ 47.582,69
BETO MANSUR (PRB/SP) R$ 39.217,72
RÔNEY NEMER (PP/DF) R$ 33.221,18
VICENTINHO JÚNIOR (PR/TO) R$ 33.187,50
JOVAIR ARANTES (PTB/GO) R$ 30.217,68
IZALCI LUCAS FERREIRA (PSDB/DF) R$ 28.897,18
RONALDO FONSECA (PROS/DF) R$ 28.372,10
PEDRO CUNHA LIMA (PSDB / PB) R$ 24.361,37
FELIPE MAIA (DEM/RN) R$ 19.956,18
FÁBIO MITIDIERI (PSD/SE) R$ 19.481,09
MISAEL VARELLA (DEM/MG) R$ 16.929,78
BENJAMIN MARANHÃO (SD/PB) R$ 14.047,59
ONYX LORENZONI (DEM/RS) R$ 12.114,96
AUREO (SD/RJ) R$ 9.490,25
DEOCLIDES MACEDO (PDT/MA) R$ 8.365,85
EZEQUIEL TEIXEIRA (PODE/RJ) R$ 4.616,88
FÁBIO FARIA (PSD/RN) R$ 3.474,10
FABIO GARCIA (PSB/MT) R$ 3.186,84
DANRLEI DE DEUS HINTERHOLZ (PSD/RS) R$ 2.324,60
ZECA CAVALCANTI (PTB/PE) R$ 2.173,00
CARLOS MANATO (SD/ES) R$ 1.956,23
As empresas presentes no levantamento têm parlamentares como sócios, presidentes, fundadores ou administradores. Casos em que os CNPJs estão vinculados aos CPFs dos congressistas. Entre elas, há redes de televisão e rádio, hotéis, frigoríficos, companhias siderúrgicas e até diretórios de partidos políticos. Outras empresas também devem para a Pridência.
Entre os devedores, 4 senadores e 11 deputados têm empresas que somam dívidas superiores a um milhão de reais.
O líder do ranking é o senador Fernando Collor (PTC-AL). O ex-presidente está associado a cinco empresas que devem R$ 112 milhões, todas elas atuam no ramo de comunicação. A TV Gazeta, retransmissora da TV Globo, tem Collor como sócio e deve R$ 46 milhões ao INSS. Segundo o governo, a Previdência está com déficit.
A assessoria de imprensa do senador afirmou, por e-mail, que “o Senador não participa diretamente da gestão das empresas de comunicação de sua família, mas acompanha os esforços da diretoria para, mesmo diante do quadro de grave retração econômica, assegurar a continuidade da atividade e garantir o emprego de funcionários, ainda que sacrificando momentaneamente a pontualidade no cumprimento de algumas obrigações de natureza fiscal”.
Entre os deputados federais, a maior dívida é de Marinaldo Rosendo (PSB/PE), com R$ 105 milhões. Somente a PR Distribuidora de Bebidas e Alimentos, da qual ele é sócio, deve R$ 99 milhões ao INSS.
Rosendo não retornou os e-mails e ligações da reportagem. A Repórter Brasil enviou mensagens e ligou para o gabinete de todos os deputados federais e senadores com dívidas superiores a R$ 1 milhão.
O senador Cidinho Santos (PMDB-MT) informou por e-mail que a dívida de R$ 3,2 milhões foi parcelada e está sendo paga. Ele diz ainda que está afastado da administração das empresas desde que assumiu o mandato.
O deputado Alfredo Kaefer (PSL-PR), associado a cinco empresas que devem R$ 24 milhões, alega que as dívidas são fruto de um erro judicial. Segundo ele, uma de suas empresas entrou em falência e teve os efeitos das dívidas estendidos a outras companhias. “Foi um ato arbitrário de um juiz, depois anulado pelo Superior Tribunal de Justiça”. Ele diz estar aguardando a reintegração dos proprietários para parcelar a dívida.
Na mesma linha, o deputado Newton Cardoso Junior (PMDB-MG) disse, por meio de sua assessoria, que “é um direito de qualquer cidadão discutir na justiça tributos considerados cobrados indevidamente”. Embora declare não mais atuar na direção das empresas devedoras, ele consta como fundador e administrador de seis grupos – entre eles um hotel e uma companhia siderúrgica – que acumulam dívida de mais de R$ 20 milhões com o INSS.
O deputado Celso Russomanno (PRB-SP) informou que a dívida de R$ 1,6 milhão referente ao Bar e Restaurante do Alemão está parcelada e sendo paga. Ele disse acreditar que em 60 meses os débitos estarão quitados. Russomano alega que o empreendimento foi fechado e que era sócio minoritário do restaurante, detentor de 20% do negócio.
Os outros deputados federais e senadores procurados não responderam à reportagem.
As dívidas contabilizadas pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional incluem aquelas consideradas como em “situação regular”: foram parceladas, suspensas por decisão judicial ou garantidas de alguma forma pelo devedor. Além das cobranças em andamento sem nenhum tipo de garantia, consideradas como em “situação irregular”.
Apesar dos parlamentares localizados alegarem que suas dívidas estariam em situação regular, 75% do total devido está em situação irregular.
Há três principais maneiras de uma empresa entrar na dívida ativa da União como devedora da Previdência: quando ela não repassa a contribuição previdenciária do trabalhador ou do empregador ao INSS ou quando ela paga essas contribuições sobre um valor inferior ao salário real.
Os dados foram consolidados pela procuradoria em abril deste ano, e foram obtidos através do portal da Controladoria-Geral da União, onde são disponibilizados todos os pedidos de acesso à informação feitos ao Executivo Federal e suas respostas. (Do Repórter Brasil)
Fonte Carta Campinas

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Governo Temer/PSDB gasta R$ 60.000.000,00 com propaganda para reforma da Previdência para convencer tirar aposentadoria do povo

Dados foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação. Publicidade faz terrorismo e não explica detalhes da reforma
 04/07/2017 12h41 - atualizado às 19h38

Governo Temer/PSDB gasta R$ 60.000.000,00 com propaganda para reforma da Previdência,para convencer tirar aposentadoria do povo
O governo golpista de Michel Temer gastou quase R$ 60.000.000,00 (60 milhões) em publicidade para tentar elevar a popularidade e ganhar aceitação da população sobre a reforma da Previdência. Os dados são oficiais, obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação.
A reforma da Previdência tramita no Congresso Federal por meio da PEC 287, mas foi rejeitada pela população. Desde o início do ano, foram inúmeras manifestações e greves contra o desmonte promovido por Michel Temer (PMDB). Segundo o Datafolha, 71% dos brasileiros rejeitam a proposta. Para tentar ganhar apoio, o governo lançou mão de campanha na televisão, rádios e outdoors – em plena crise fiscal. 

Para comparação, R$ 60 milhões é mais da metade do dinheiro que a Polícia Federal afirma necessitar para normalizar a emissão de passaportes  (R$ 103 milhões, segundo o jornal Folha de S. Paulo).
Segundo os dados do governo, até 23 de junho, a Secretaria de Comunicação gastou cerca de R$ 46 milhões com mídia (compra de espaço publicitário em veículos de comunicação), e cerca de R$ 2 milhões com a produção das propagandas sobre a reforma. O Ministério do Turismo também gastou R$ 4,6 mi com mídia, e R$ 166 mil em produção. E o Ministério do Esporte gastou R$ 6,6 mi com mídia e R$ 32 mil na produção. Ao todo, foram R$ 59,2 milhões.
O mote da publicidade governamental usa de “terrorismo”e afirma que se o sistema previdenciário não for reformado, ele quebra. A propaganda cita números questionados por alguns economistas por não considerar contribuições previstas na Constituição para financiar o sistema previdenciário. Além disso, ignora a informação de que a Previdência urbana só passou a ter déficit em 2016, após a crise econômica que impactou a arrecadação. De 2009 a 2015, o sistema previdenciário foi superavitário.
A publicidade governamental tampouco explica os detalhes da reforma. Por isso, foi questionada na Justiça. Ação coletiva de diversos sindicatos do Rio Grande do Sul pediu a suspensão da publicidade, por considerar que, ao contrário do que prevê a Constituição, a propaganda do governo não tem um caráter educativo, informativo ou de orientação social. Segundo a ação, ela visa apenas “angariar apoio popular a um projeto do Governo Federal – cujo teor não é divulgado nas peças”.
Segundo a peça,  a estratégia de comunicação do governo “baseia-se na difusão de medo, insegurança e incertezas na população”. O processo obteve vitória em primeira instância, e uma liminar pediu a suspensão da publicidade. Mas o STF acatou recurso da defesa e derrubou a decisão, liberando a propaganda.
“As peças publicitárias repetem frases de efeito e expressões como “rombo”, “a conta não fecha”, “vai quebrar”, “vai acabar”, impondo medo na população e, em verdade, promovendo a desinformação de quem assiste e/ou lê os anúncios, uma vez que ausentes quaisquer dados e informações concretos”, diz a ação.
Por Clara Roman, da Agência PT de Notícias