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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Proposta para aposentadoria de Bolsonaro pode deixar trabalhador na miséria

Proposta para aposentadoria pode deixar trabalhador na miséria


O modelo neoliberal joga com todas as suas forças para modificar a previdência após as eleições deste domingo e para o início de janeiro de 2019. A equipe econômica de Jair Bolsonaro tem 10 propostas distintas de reforma da previdência. A principal delas é a adoção do sistema de capitalização.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Temer oferece a Bolsonaro colocar em votação reforma da previdência no período de transição

Golpista oferece a Bolsonaro colocar em votação reforma da previdência no período de transição“A primeira ideia que quero lançar é exata e precisamente de que o povo hoje exerceu seu poder”, assim abriu seu discurso de congratulação a Bolsonaro o golpista Michel Temer, que, depois de usurpar o voto de milhões para passar ataques a nossos direitos, ainda tem a audácia de falar em “poder do povo”. Numa eleição marcada pela manipulação do judiciário do início ao fim, Temer dá um recado claro a seu herdeiro e sucessor, o ultra-direitista Jair Bolsonaro: quer ajudá-lo a passar os ataques contra nossos direitos o mais rápido possível, a começar pela destruição de nossas aposentadorias.
Com uma cara lavada e a hipocrisia de quem desfruta de cerca de 5% de aprovação, Temer disse que o povo exerceu a “soberania” e, dizendo que cumprimentou Bolsonaro, afirmou que o ultra-direitista que recentemente afirmou que iria “varrer os vermelhos” e preder opositores, demonstrou querer a “harmonia” e a “pacificação” do país.
É bem simples compreender porque Temer que transmitir a imagem de um presidente “democrático” a Bolsonaro: ao falar da transição de governos – que inclui um livro de “realizações” de seu governo – o presidente golpista deu ênfase à reforma da previdência, dizendo: “Evidentemente, no instante em que nós possamos conversar, eu oferecerei a ideia de eventualmente podermos ainda fazer tramitar a reforma da previdência, já que ela está, digamos, formatada, pronta, para ser votada nos dois turnos na Câmara, e nos dois turnos no Senado Federal. Mas também, devo esclarecer e esclareço a todos que ela só irá adiante se evidentemente tiver o apoio do presidente eleito e da sua equipe. Se isso ocorrer eu acho que ainda é possível realiza-la neste ano, ou seja, a estrada estará inteiramente asfaltada para o próximo governo. (...) Se nós quisermos avançar, e se o presidente eleito quiser avançar, na proposta que está já pronta eu acho que dará tempo, teremos praticamente dois meses, quase dois meses pela frente.”
Veja a fala na íntegra:
A “generosa oferta” de Temer está longe de ser uma surpresa para quem acompanhou atentamente o programa de Jair Bolsonaro. Como voltou a ressaltar Hamilton Mourão hoje após votar, a destruição de nossas aposentadorias é uma prioridade para o governo eleito, e Bolsonaro quer ser a continuidade violenta dos ataque de Temer, querendo impor os ataques contra nossos direitos à força “acabando com o ativismo” dos trabalhadores que queiram combater seus planos.
Contudo, conforme pesquisa recente, apenas 37% dos eleitores de Bolsonaro apoiam a proposta da reforma da previdência. Será o primeiro choque de realidade de milhões de pessoas que, iludidas pela demagogia “anti-sistema” de Bolsonaro, verão a verdadeira cara de seu governo: um novo Temer, dessa vez apoiado pela caserna e por uma ideologia fascista.
Por isso, é fundamental nos organizarmos e colocarmos de pé comitês de luta em cada local de trabalho e estudo, irmos às ruas e não esperarmos um segundo para começar a combater os atraques de Bolsonaro e seu aliado Temer. Eles, como vimos no discurso do presidente golpista, não irão esperar.
Do esquediario



segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Time econômico de Bolsonaro avalia usar reforma da Previdência de Temer



BRASÍLIA (Reuters) - O time econômico que está estruturando as propostas para um eventual governo de Jair Bolsonaro (PSL) segue vendo a reforma da Previdência como prioritária e quer aproveitar a proposta sobre o tema que está estacionada no Congresso, afirmou uma fonte com conhecimento direto do assunto, mesmo em meio à falta de coesão na campanha .
Em caso de vitória de Bolsonaro Reforma da Previdência pode ser retomada no final do governo Temer
Bolsonaro afirmou esta semana que a reforma apresentada pelo presidente Michel Temer não passa pelo aval dos parlamentares e que não pretende usá-la. Em outra frente, seu cotado para a Casa Civil, o deputado reeleito Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmou que o presidenciável, se eleito, não trataria do tema ainda neste ano.
Mas segundo a fonte, que falou à Reuters em condição de anonimato, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de Temer, que já foi aprovada em Comissão Especial na Câmara dos Deputados, é considerada um passo “instrumental” para dar prosseguimento à inovação pretendida pela equipe: introduzir, posteriormente, a opção por um novo modelo de Previdência, de capitalização.
A ideia é que seja ofertada aos novos entrantes a escolha pelo novo regime ou pelo atual, de repartição, sendo que os que aderirem à capitalização contribuirão para suas contas individuais e serão beneficiados com redução dos encargos trabalhistas.
“Você precisa dar uma arrumada na velha para poder se lançar na nova. Porque senão você não consegue nem ter a nova e ainda estoura a velha”, disse a fonte, acrescentando ainda que a reforma do regime atual —em que os trabalhadores da ativa pagam pelos benefícios dos que se aposentam— é imprescindível para dar sustentabilidade à regra do teto de gastos, que limita o crescimento das despesas do governo à inflação do ano anterior.
A aprovação da reforma de Temer, que versa apenas sobre o regime atual, também não deixaria de representar um atalho para tratar de um problema que vem pesando sobre as contas públicas, mas que enfrenta forte resistência popular e parlamentar.
Encaminhada ao Congresso em dezembro de 2016, a proposta ganhou sinal verde de comissão na Câmara em maio do ano seguinte, mas viu sua análise ser paralisada dali em diante após o presidente exaurir seu capital político para barrar no Congresso denúncias por seu envolvimento no escândalo da JBS (JBSS3.SA
A falta de alinhamento no comando da campanha de Bolsonaro sobre a reforma mexeu com os mercados mais cedo nesta semana, refreando parte do otimismo que impulsionou a bolsa e guiou a queda do dólar após o ex-capitão do Exército passar ao segundo turno das eleições com ampla vantagem sobre seu opositor, o petista Fernando Haddad.
Apesar de posições estatizantes já expressas por Bolsonaro no passado, ele empunhou na disputa presidencial a bandeira de adepto ao liberalismo econômico, escola de seu guru econômico e indicado ao ministério da Fazenda, Paulo Guedes. Por essa razão —e pela falta de fôlego de outros candidatos de centro e de direita na corrida ao Palácio do Planalto— acabou sendo abraçado pelo mercado como o candidato das reformas.

LEGITIMIDADE

O deputado federal Major Olímpio (PSL), que é coordenador da campanha de Bolsonaro em São Paulo e senador eleito, afirmou à Reuters que não vê possibilidade de o atual Congresso aproveitar parte do texto da reforma da Previdência da gestão Temer que passou pela comissão especial, mesmo que o texto seja novamente alterado.

“A Câmara e o Senado de hoje não representam de fato a população, representam de direito porque têm mandato até o início de 2019”, disse Major, ao destacar que não vê “legitimidade” na composição atual das duas Casas Legislativas após o resultado das eleições que mostrou forte renovação nelas.
    Para Olímpio, mesmo que haja um fatiamento da discussão e adequação do projeto ao interesse de uma eventual gestão Bolsonaro, não haveria quem apoiasse isso em 2018. “Sendo pragmático porque eu conheço a Câmara, a reforma do Temer não consegue votar”, frisou.
    O senador eleito afirmou que o atual governo “já não tinha condição de votar o projeto que era ruim e usou a intervenção federal como motivo para não votá-la”. Ele se refere ao fato de que, com a intervenção federal na área de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro, não se pode votar emendas constitucionais no Congresso.
Olimpio disse que não há divergências entre a parte econômica que assessora Bolsonaro e aliados da ala política do presidenciável do PSL. Destacou que o candidato a presidente está no comando e a decisão é sempre dele.
“Está absolutamente harmonizado. Não tem absolutamente nenhum ruído”, afirmou.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Eleições 2018: o que os candidatos pensam sobre o futuro da Previdência

Postulantes ao Planalto nas eleições de outubro se manifestaram sobre a situação do sistema de aposentadorias e possibilidade de reformá-lo

Eleições 2018: o que os candidatos pensam sobre o futuro da Previdência

A Favor do fim das aposentadorias

Alvaro Dias (Podemos)

É a favor de uma reforma na Previdência, mas argumenta que, antes, o governo precisará promover um grande esforço de transparência sobre o déficit e os custos do sistema.

Geraldo Alckmin (PSDB)

Defende uma reforma concentrada no fim dos privilégios do setor público, com a adoção de um sistema igual para todos os setores baseado em um teto geral e em regime de capitalização. Quem quiser se aposentar com um valor acima do teto público (que hoje é de 5.645 reais), poderá, pagando um valor complementar, fiel apoiador de Temer cogita votar em seu primeiro ano de mandato

Henrique Meirelles (MDB)

Diz que a Reforma da Previdência é inevitável, sob pena de inviabilizar o funcionamento do estado. Ele defendeu a proposta do governo, argumentando que seriam afetados os que ganham mais e se aposentam mais cedo.

João Amoêdo (Novo)

É a favor de reformar a Previdência e considera o atual sistema inviável. Para ele, não basta ajustar os benefícios e privilégios concedidos aos servidores públicos e militares.

Jair Bolsonaro (PSL)

Diz ser contra a proposta de reforma apresentada pelo governo, por ela ser “grande demais”. O pré-candidato do PSL afirmou que estuda a questão e cogita propor mudanças graduais nas aposentadorias, inclusive negocia com Temer a Reforma ainda esse ano em caso de vitória

José Maria Eymael (DC)

É a favor de uma reforma da Previdência, como forma de combater o déficit no sistema de aposentadorias.
CONTRA o fim das aposentadorias

Fernando Haddad (PT)

Rejeita a proposta de uma reforma da Previdência. Entende que o déficit pode ser superado a partir do combate à sonegação e da retomada da economia, com incentivo à formalização do trabalho.

Guilherme Boulos (PSOL)

É contra a proposta feita pelo governo Golpista. Defende a corte de privilégios do funcionalismo e a cobrança de dívidas de grandes empresas com o INSS.

João Goulart Filho (PPL)

É contra uma reforma. Defende a cobrança de empresas devedoras como estratégia para contornar o déficit.

Vera Lúcia (PSTU)

É contra qualquer reforma no regime de Previdência Social.

 Com posição intermediária 

Ciro Gomes (PDT)

Acredita que a proposta do governo Golpista aumenta a cobrança sobre os mais pobres sem resolver o problema. A sugestão de Ciro é adotar um novo modelo de aposentadorias, baseado em capitalização. Sua proposta é o de contas individuais: o mesmo valor pago na ativa, somado aos rendimentos financeiros, é o que sustentaria a aposentadoria.

Marina Silva (Rede)

Diz que o déficit na Previdência é inegável. Argumenta que o diálogo tem que ser feito com toda a sociedade e não apenas com a elite econômica, mas ainda não apresentou um modelo que defenderia se eleita.
Da Veja

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Em caso de vitória de Bolsonaro Reforma da Previdência pode ser retomada no final do governo Temer

Apesar das negativas oficiais, integrantes da campanha de Jair Bolsonaro admitem tentar votar a reforma da Previdência ainda neste ano num cenário de vitória do candidato do PSL na eleição presidencial. O Blog apurou que interlocutores de Bolsonaro já trataram desse tema com o auxiliares do governo Michel Temer.
Em caso de vitória de Bolsonaro Reforma da Previdência pode ser retomada no final do governo Temer

De forma pragmática, um integrante da campanha do candidato do PSL argumentou que seria muito melhor aprovar o texto da reforma da Previdência ainda neste ano por dois motivos: tranquilizaria o mercado e evitaria um desgaste de negociação com o novo Congresso no início de um eventual novo governo.
“Votar a reforma da Previdência esse ano daria tranquilidade para os primeiros meses de governo”, disse ao Blog esse integrante da campanha. Apesar da sinalização positiva, o tema não será colocado durante a campanha para evitar uma agenda impopular nesse momento.
No Palácio do Planalto, há disposição do governo em ajudar na aprovação do texto da reforma da Previdência, ou pelo menos, avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.
O próprio presidente Michel Temer já sinalizou que daria prioridade ao tema nos dois últimos meses de seu governo. Ele gostaria de deixar esse legado. Mas que, para isso, precisaria de uma solicitação do presidente eleito.
A percepção no Planalto é de que haveria disposição de avançar na reforma da Previdência com a eventual eleição de Bolsonaro ou do tucano Geraldo Alckmin. Mas que haveria resistência num cenário de vitória de Fernando Haddad (PT) ou Ciro Gomes (PDT).
Fonte: G1 via saobentoemfoco

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Temer avalia cortar R$ 1.000.000.000,00 em investimentos em saúde, educação e aposentadorias para reajustar salário de juízes

Michel temer e Sergio Moro em evento do Exercito
Temer dando aumento a juízes para perseguir adversários políticos
Michel temer e Sergio Moro em evento do Exercito  Temer dando aumento a juízes para perseguir adversários políticos
Reportagem de Mariana Carneiro e Julio Wiziack na Folha de S.Paulo informa que, para agradar aos juízes e conceder o reajuste de 16,38%, o presidente Michel Temer cogita cortar mais R$ 1,1 bilhão de investimentos, deixando para o próximo governo o mais baixo patamar de recursos para essa rubrica dos últimos dez anos. 
Vejam também Dilma caiu porque vetou aumento abusivo de 78% para judiciário em 2015

De acordo com a publicação, no início de agosto, o STF (Supremo Tribunal Federal) incluiu no Orçamento de 2019 um aumento salarial que elevaria o teto do Judiciário de R$ 33,7 mil para mais de R$ 39 mil. O reajuste, porém, será válido apenas se Temer fizer uma emenda na lei orçamentária determinando de onde sairão recursos.
Estimativas de técnicos da Câmara dos Deputados indicam que o Orçamento do próximo ano, que será enviado ao Congresso nesta sexta-feira (31), deverá cortar investimentos para acomodar o pleito de juízes e procuradores, completa a Folha.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Temer corta R$ 10 bilhões de aposentadorias por invalidez, auxílio-doença e Bolsa Família


Temer  e Alckmin tramando contra o povo

Governo Temer (MDB/SP) a partir de 2016 cancelou benefícios de 5,7 milhões de pessoas: 5,2 milhões do Bolsa Família e 478 mil de auxílios-doença e aposentadoria por invalidez.
A despesa total com esses três programas no ano passado foi de R$ 107,4 bilhões.
Em muitos casos, cruzamentos de dados não bastam para identificar benefícios irregulares: as verificações precisam ser feitas pessoalmente, com a visita de peritos.

Vejam Também dinheiro para mídia atacar os desafetos do governo não falta : Globo recebe R$ 36,1 milhões de Temer dos R$ 110 milhões com propaganda da reforma da Previdência dinheiro público que Daria para pagar 115 mil aposentados ou para construir 78 unidades de pronto-atendimento de saúde ou31 escolas
Geraldo Alckmin promete atacar as aposentadorias em primeiro ano de mandato

Mas, mesmo assim, o pente fino do governo tem a expectativa de encontrar outros R$ 20 bilhões em benefícios irregulares até 2020, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social.
O levantamento está a cargo do Cmap (Comitê de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas). Até o momento, além de aposentadoria por invalidez, Bolsa Família e auxílio-doença, o comitê tem avaliações em andamento também do Fies (Financiamento Estudantil), do seguro defeso (espécie de seguro desemprego temporário do pescador artesanal) e o BPC (Benefício de Prestação Continuada).
Leia mais na Folha via Revista Forum

sábado, 28 de abril de 2018

R$ 110.000.000,00 gastos com propaganda da reforma da Previdência dariam para pagar 115 mil aposentados

Daria para pagar 115 mil aposentados com o benefício mínimo da Previdência, ou para construir 78 unidades de pronto-atendimento de saúde, ou, ainda, erguer 31 escolas. Essas são algumas das destinações que poderiam ter tido os R$ 110 milhões que o governo Michel Temer gastou com propaganda da reforma da Previdência, cuja votação naufragou na Câmara devido à falta de votos para aprovar a proposta de emenda à Constituição. O dinheiro foi gasto entre janeiro de 2017 e fevereiro de 2018.
Os dados foram obtidos pelo Congresso em Foco por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).
Um terço de todo o montante foi direcionado à TV Globo. Foram R$ 36,1 milhões por meio do CNPJ da matriz e de quatro filiais. Para a rádio e a TV Record foram pagos R$ 12,3 milhões. O SBT ficou com R$ 9,9 milhões. Rádio e TV Band (incluindo filiais em Campinas e na Bahia), por sua vez, receberam R$ 1,9 milhão. Juntas, as quatro emissoras ficaram com R$ 60,3 milhões, ou seja, 90% dos R$ 66,9 milhões destinados a todas as TVs.
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) afirma que escolheu veículos conforme a Instrução Normativa Secom nº 7, de 19 de dezembro 2014. As normas são diferentes para cada tipo de mídia, estabelecendo a utilização de pesquisas de audiência para definir quais emissoras e programas veicularão a propaganda na TV.


Para as emissoras de rádio, caso não haja pesquisa de audiência, o requisito é o cadastro de veículos da Secom, o Midiacad. O cadastro e a cobertura geográfica são requisitos para mídias externas (ao ar livre). Já para veículos online, os critérios são as pesquisas de audiência, perfil do público e segmento editorial. O Congresso em Foco recebeu, ao todo, R$ 24.457,03, divididos em três pagamentos em julho, setembro e dezembro de 2017.
Veja, nos gráficos abaixo, como o dinheiro foi distribuído.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Temer do MDB quer desviar R$ 1.000.000.000,00 da Previdência do povo para Intervenção e Rombo Fiscal do Rio

Temer e Alckmin rindo da impunidade ao MDB e PSDB e perseguição a Lula e planejando como acabar com direitos do povo
Situação absurda! Henrique Meirelles,Ministro de Temer,  foi à CBN hoje e lançou a ideia de meter a mão no dinheiro da Previdência na ordem de 1 Bilhão de reais, que vai vir da reoneração da folha, para cobrir buraco nas contas do Rio causado por incompetência e corrupção!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

ENTIDADES ESPALHAM 100 OUTDOORS DENUNCIANDO DEPUTADOS DO RS FAVORÁVEIS À REFORMA DA PREVIDÊNCIA Alceu Moreira (MDB), Darcísio Perondi (MDB), Jones Martins (MDB), José Fogaça (MDB), Mauro Pereira (MDB), Osmar Terra (MDB), Ronaldo Nogueira (PTB), Renato Molling (PP) e Yeda Crusius (PSDB)


A CUT-RS, federações e sindicatos aproveitaram o feriado de Carnaval para espalhar 100 outdoors em Porto Alegre e no interior do Rio Grande do Sul denunciando nove deputados federais que já manifestaram favoravelmente à reforma da Previdência proposta pelo governo de Michel Temer (MDB); cada cartaz, que ficará exposto ao longo de duas semanas, exibe fotos de três parlamentares e traz as chamadas “Eles querem acabar com a sua aposentadoria” e “Não à reforma da Previdência”
ENTIDADES ESPALHAM 100 OUTDOORS DENUNCIANDO DEPUTADOS DO RS FAVORÁVEIS À REFORMA Alceu Moreira (MDB), Darcísio Perondi (MDB), Jones Martins (MDB), José Fogaça (MDB), Mauro Pereira (MDB), Osmar Terra (MDB), Ronaldo Nogueira (PTB), Renato Molling (PP) e Yeda Crusius (PSDB)
ENTIDADES ESPALHAM 100 OUTDOORS DENUNCIANDO DEPUTADOS DO RS FAVORÁVEIS À REFORMA Alceu Moreira (MDB), Darcísio Perondi (MDB), Jones Martins (MDB), José Fogaça (MDB), Mauro Pereira (MDB), Osmar Terra (MDB), Ronaldo Nogueira (PTB), Renato Molling (PP) e Yeda Crusius (PSDB)
A CUT-RS, federações e sindicatos aproveitaram o feriado de Carnaval para espalhar 100 outdoors em Porto Alegre e no interior do Rio Grande do Sul denunciando nove deputados federais que já manifestaram favoravelmente à reforma da Previdência proposta pelo governo de Michel Temer (MDB). Cada cartaz, que ficará exposto ao longo de duas semanas, exibe fotos de três parlamentares e traz as chamadas “Eles querem acabar com a sua aposentadoria” e “Não à reforma da Previdência”.
Os deputados que são “denunciados” na campanha são: Alceu Moreira (MDB), Darcísio Perondi (MDB), Jones Martins (MDB), José Fogaça (MDB), Mauro Pereira (MDB), Osmar Terra (MDB), Ronaldo Nogueira (PTB), Renato Molling (PP) e Yeda Crusius (PSDB).
“Estamos mostrando para a sociedade a cara dos deputados da base aliada do golpista Temer que têm se manifestado a favor dessa antirreforma da Previdência, os que querem acabar com o direito à aposentadoria”, afirma o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.
Ele argumenta que, na visão das entidades, a reforma visa desmontar a previdência pública para beneficiar banqueiros e donos de previdência privada. “Não podemos permitir que seja tirado da classe trabalhadora, especialmente dos pobres, o direito de se aposentar e de ter uma velhice com dignidade”, destaca.
Nespolo ainda enfatiza que a Previdência não tem déficit, como foi apontado na CPI do Senado, presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS). “Essa antirreforma também não acaba com privilégios, como mente a propaganda milionária do golpista Temer”, alerta. “A Previdência é superavitária”, ressalta. “Queremos que essa antirreforma não seja votada, mas, se for, vamos marcar na paleta cada deputado favorável e o denunciaremos nas suas bases eleitorais, para que não seja reeleito em outubro. Se votar, não volta”, conclui.
A campanha tem o apoio do CPERS Sindicato, Federação dos Metalúrgicos, Federação dos Trabalhadores no Ensino Privado, Federação dos Trabalhadores na Alimentação, Federação dos Trabalhadores na Saúde, Federação Democrática dos Sapateiros, Sindicato dos Petroleiros, Sindicato dos Metalúrgicos de Porto Alegre, Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, Sindiágua, Sindipolo, Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas e Sindicato dos Rodoviários de Canoas.
Fonte 247

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Cinco corruptos que querem acabar com a sua aposentadoria

Cinco corruptos que querem acabar com a sua aposentadoria Temer,rodrigo maia, marum, Arhur Maia e Aecio neves

O governo Temer corre para aprovar a reforma da Previdência. Enquanto a televisão passa a campanha em defesa da destruição da aposentadoria pública, ao custo de R$ 100 milhões, no Congresso Nacional o governo parte para todo tipo de negociata para comprar os deputados e os votos necessários para a aprovação da reforma.
As cifras são variadas. O último levantamento realizado pela imprensa dá conta de que Temer já comprometeu nada menos que R$ 43 bilhões em medidas como liberação de emendas, renegociação de dívidas e repasses para estados e munícipios. Isso só o que está sendo feito à luz do dia, certamente por debaixo dos panos multiplicam-se as malas de dinheiro para que o governo chegue aos 308 votos que precisa para aprovar a PEC 287.
E nesse trabalho subterrâneo para costurar cada voto, Temer se cerca de um punhado de corruptos que, assim como ele, carrega uma folha corrida de crimes e escândalos. São destaques entre os 238 deputados e senadores que são investigados hoje por algum tipo de crime.
Veja abaixo os principais corruptos que querem tirar a sua aposentadoria.
Michel Temer
Sergio Moro sorri para Temer, que poderá ser julgado por ele se perder a presidência

O vice da presidenta Dilma Rousseff carrega o estigma de ser o primeiro mandatário denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Entre os crimes denunciados pela Procuradoria Geral da República (PGR) estão o de corrupção, obstrução da Justiça e organização criminosa.
Os crimes de Temer não só são muitos como estão fartamente documentados, incluindo a já histórica gravação realizada pelo dono da JBS, Joesley Batista, em plena calada da noite no Palácio do Jaburu.
Pouco depois, o então secretário especial de Temer, Rodrigo Rocha Loures foi flagrado recebendo uma mala com R$ 500 mil da JBS. Nesse dia 11 de dezembro Loures virou oficialmente reu por corrupção. Já Temer, como sabemos, se livrou das duas denúncias oferecidas pela PGR à base da compra de deputados. A mesma coisa que faz agora com a reforma da Previdência.
Rodrigo Maia
Rodrigo maia o botafogo da Odebrecht e o Juiz Sergio Moro que investiga só um partido

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ou “Botafogo” na lista da Odebrecht, vem se destacando pelo comprometimento em aprovar a reforma da Previdência.
Rodrigo Maia tem dois inquéritos pendurados no STF por conta da Lava Jato. Num deles é acusado de ter recebido R$ 350 mil da Odebrecht em 2008; em outro de receber R$ 600 mil em 2010 da mesma empresa.
Maia é ainda acusado pela Polícia Federal de corrupção e lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia que está parada no STF e no Ministério Público, ele recebeu dinheiro da empreiteira OAS em troca de favores nada republicanos. Rodrigo Maia e seu pai, César Maia, teriam recebido pelo menos R$ 1 milhão da construtora.
Quanto será que está levando agora?
Carlos Marun
Carlos Marun
O deputado Carlos Marun (PMDB-MS) está se tornando cada vez mais uma figurinha carimbada, sinônimo de tudo o que tem de mais podre e corrupto no Congresso Nacional. Ele foi recentemente nomeado ministro da Secretaria do Governo. É o sujeito que vai botar a “mão na massa”, para não dizer coisa pior, para aprovar a reforma.
Só para refrescar a memória, Carlos Marun é deputado que ficou ao lado de Eduardo Cunha até o último momento, dando um verdadeiro exemplo de fidelidade ao canalha que hoje está preso em Curitiba. Aliás, fidelidade que se manteve mesmo após a prisão, pois Marun foi flagrado utilizando verba oficial para visitar Cunha na cadeia no Natal passado.
Sem Cunha, Marun foi amarrar sua coleira aos pés de Temer. Nada mais óbvio, já que é de conhecimento público os esforços de Temer e do governo para manter o ex-presidente da Câmara quietinho. “Tem que manter isso, viu?”.
Marun é acusado ainda de participar de um esquema que desviou R$ 16,6 milhões quando era presidente da Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab).
Carlos Marun ganhou mais fama recentemente ao protagonizar a “dancinha da corrupção” quando Temer se livrou da 2ª denúncia por corrupção na Câmara.

Arthur Maia
Arthur Maia
Relator da proposta de reforma da Previdência, o deputado Arthur Maia (PPS-BA) aparece como “Tuca” na lista da Odebrecht. É suspeito de ter recebido pelo menos R$ 200 mil da empreiteira nas eleições de 2010. Garoto de recados de Temer e dos banqueiros, repete as mentiras de que a reforma não vai prejudicar os pobres e elegeu os servidores públicos como seu alvo.
Aécio Neves
Sergio Moro PSDB/PR e Aecio Neves PSDB/MG

Por incrível que possa parecer, o senador tucano que ninguém entende porque ainda está solto, foi chamado por Temer para ser o articulador na reforma no Senado.
Aécio Neves (PSDB-MG) coleciona nove inquéritos no STF (corrupção passiva e lavagem de dinheiro). Caiu em desgraça após ser gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley Batista.
O STF determinou seu afastamento do cargo e recolhimento noturno, mas o Senado revogou essa decisão pouco depois. Agora, está livre e solto para acabar com a sua aposentadoria.
Do PSTU